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NOME

O “imaginanacopa” da nossa vida agora é o “como ela vai chamar?”. A pequenina já foi muito segura de si com o nome Francisco, depois do resultado do primeiro ultrassom. Agora, oscila entre os mais diversos, sem nunca parar no lugar.

O mais divertido é que essa dúvida sempre abre espaço para brainstorms em reuniões de amigos e família e sempre acaba com piadas que vêm coladas em cada nome. O problema é quando tem gente que leva a brincadeira a sério e ainda te pergunta: “mas você não vai considerar a minha sugestão?”. [qual era mesmo? minha cabeça de grávida se pergunta]. E o engraçado é, também, que todas as sugestões são sempre feitas pela metade: “vou te falar um que gosto, mas o que mais gosto está guardado sob sete chaves, porque vai ser o da minha filha”. A maioria, no entanto, suscita lembranças: “ahhh, esse não. Esse é o nome da piriguete que roubou meu namorado na sétima série”.

Divertida mesmo foi a Elaine, dia desses que eu estava fazendo minha unha:
– como ele vai chamar?
– [na época] Francisco, nome do meu avô.
– cruzes, detesto essa mania da Angélica de dar nome antigo pros filhos. Ve? Eva! Tinha que escolher logo o da mulher mais antiga?
Continuou:
– eu gosto mesmo é de nome bonito, forte, igual o do meu filho. Gosto mesmo é de Cristopher.

[ah, a opinião. Essa maravilha do homem]

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VOCÊ PRECISA SABER

tropicalismo

da margarina, da Carolina, da gasolina

Tem dias que passam tão corridos que eu quase me esqueço que você esta aqui, pequeno. Tão quietinho, nadando nessa aventura divertida de ser formado dia a dia. Deito então na companhia do Pepe, cachorro da vovó que logo logo vai ser seu amigo também. Escolho minhas musicas que queria tanto que você gostasse também (já sei que você já ouve tudo!) e tenho a impressão de que vou te fazer meio tropicalista. Me pego então pensando nas respostas que quero te dar quando você tiver as duvidas e descobertas mais esdrúxulas. E me pego querendo te ensinar tanta coisa que durante uma vida tento fazer diferente e não consigo. Vejo a Caca tratar mal a vovó – como eu também fiz tantas vezes na adolescência – e fico com coração doido pensando que um dia você ainda vai fazer o mesmo comigo.  Como já pode caber tanto amor assim? Tanta coisa que eu queria que voce soubesse..