Nome

O “imaginanacopa” da nossa vida agora é o “como ela vai chamar?”. A pequenina já foi muito segura de si com o nome Francisco, depois do resultado do primeiro ultrassom. Agora, oscila entre os mais diversos, sem nunca parar no lugar.

O mais divertido é que essa dúvida sempre abre espaço para brainstorms em reuniões de amigos e família e sempre acaba com piadas que vêm coladas em cada nome. O problema é quando tem gente que leva a brincadeira a sério e ainda te pergunta: “mas você não vai considerar a minha sugestão?”. [qual era mesmo? minha cabeça de grávida se pergunta]. E o engraçado é, também, que todas as sugestões são sempre feitas pela metade: “vou te falar um que gosto, mas o que mais gosto está guardado sob sete chaves, porque vai ser o da minha filha”. A maioria, no entanto, suscita lembranças: “ahhh, esse não. Esse é o nome da piriguete que roubou meu namorado na sétima série”.

Divertida mesmo foi a Elaine, dia desses que eu estava fazendo minha unha:
– como ele vai chamar?
– [na época] Francisco, nome do meu avô.
– cruzes, detesto essa mania da Angélica de dar nome antigo pros filhos. Ve? Eva! Tinha que escolher logo o da mulher mais antiga?
Continuou:
– eu gosto mesmo é de nome bonito, forte, igual o do meu filho. Gosto mesmo é de Cristopher.

[ah, a opinião. Essa maravilha do homem]

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